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Devemos entender a MOTIVAÇÃO enquanto processo ativo, intencional e direcionado para determinadas metas, sendo dependente tanto de fatores internos, de caráter pessoal, quanto externos, de caráter socioambiental.
O que nos move tem relação com a nossa MOTIVAÇÃO INTRÍNSECA e nossa MOTIVAÇÃO EXTRÍNSECA,site de apostparalelo e direcionante ao elo de ligação de suas conquistas objetais.
A interna é acionada por diversos fatores atuais, mas principalmente pretéritos, que precisam ser mapeados pelo psicólogo do esporte para entender esta dinâmica do atleta, podendo assim orientá-lo e ajuda-lo emsite de apostcarreira e direcionamento pessoal.
No que diz respeito a externa, ela é acionada por fatores para além de si mesmo, como a mídia, a própria torcida, a equipe técnica, os familiares do atleta, de seus companheiros de equipe, e afins,site de apostque o psicólogo do esporte ajuda o atleta a trabalhar com estas questões, principalmente para não deixar com que os aspectos negativos sobrecarreguem a mente do esportista, muito menos dominem seu caminhar, sabendo usar as críticas para seu crescimento profissional e pessoal.
É preciso entender que o ser humano é movido por motivação, seja interna, seja externa, tanto que é por ela que o indivíduo se inclina a praticar determinado esporte e se manter nele, chegando a entrega total ao profissionalismo deste, devido ao caráter motivacional, motor que o faz mover para determinado destino.
Assim como o nível e tipo de motivação pode promover a busca de profissionalismo, ela também pode acarretar no desencadeamento de mediocridade acionária, ou até abandono da prática esportiva.
O tipo de motivação que o atleta necessita modifica-se emsite de aposttrajetória.
Por exemplo, um jogador que é movido por interesses financeiros para se profissionalizar, ao conquistar tal intento, precisa de novas motivações para se manter e melhorarsite de apostperformance.
É um grande equívoco quando é promovido palestras motivacionais coletivas ou como destaque, pois a motivação, além de ser pessoal e intransferível, ela precisa ser mapeada individualmente, e sobre tal acionado ferramentas que a movam.
Um técnico de futebol, por exemplo, que faz discursos para o time de jogadores, dizendo que os atletas têm tudo para vencer, que são os melhores e mais preparados, que precisam dar o sangue pela vitória, que acredita nelas e outras frases de efeito, não funcionam num contexto mais amplo, apenas servem de medida paliativasite de apostmomentos determinados, pois a leitura destas motivações é diferente para cada atleta, sendo plenas para alguns, mas para outras sem sentido maior para que provoque ações positivas de fato.
O trabalho do psicólogo do esporte é também, e fortemente, de caráter individual com os atletas, respeitando a individualidade de cada qual,site de aposthistória de vida e limites, ajudando a cada qual seguir seu próprio caminho com os recursos de que são detentores de fato.
Um clube ou atleta que investesite de apostprofissional especializado de fatosite de apostpsicologia do esporte, tende a conquistar níveis competitivos muito melhores, resultados para além dos esperados, mesmo que não seja um trabalho do dia para a noite, mas que irá promover resultados que nunca conseguiria obter ser este profissional na equipe técnica.
No Brasil ainda existe amadorismo no campo esportivo quando a tudo isso, onde até mesmo os times e atletas profissionais, limitam-se a treinos, técnicas e resultados competitivos, sendo um dos principais motivos que nem o futebol tem sido destaque nas competições internacionais, onde a psicologia do esporte tem investimento alto mediante o valor que esta profissão tem, e é reconhecido como tal, logo eis os resultados.
Podemos ter atletas fisicamente preparados, tecnicamente preparados e com talento ímpar, mas se estes mesmos atletas não detém estrutura psicológica adequada, tudo isso, se não se perde, tem resultado limitadíssimo diante do que poderia vir a ser alcançado ao ter um profissional da psicologia do esporte atuando na equipe técnica.
Em pleno século 21, provavelmente nenhum atleta ou time obterá resultados competitivos adequados sem a participação da ferramenta da psicologia do esporte, ao competirem com aqueles que utilizam desta ferramenta para seu aperfeiçoamento profissional e pessoal.
Quando os que negam tal uso, estarão mais para amadores e movidos pela sorte, do que por profissionalismo determinante de fato.
(conteúdo trabalhadosite de apostminha palestra ESPORTE & PSICOLOGIA: um casamento perfeito e necessário)
Quem é o autor deste artigo: Carlos Alberto Hang, Psicólogo, Doutor e Mestre, Jornalista (SC03991); especialista/pós-graduadosite de apostpsicologia do esporte, hipnose clínica, sexologia, dependência química, MBAsite de apostLiderança e Coaching, psicopedagogia, psicanálise, educação infantil, e Ciências da Religião, com graduação tambémsite de apostTeologia, Filosofia, História, Letras e formaçãosite de aposthipnose transformacional; International Master Premiumsite de apostHipnose; Master PNL Practitioner (NLPEA Association of Excellence/USA); e escritor.
Embaixador pela Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix (Genebra/Suíça), é Cônsul de Joinville – Instituto Internacional Poetas del Mundo, detentor do Oscar Brasileiro by Grupo Jornalístico Ronaldo Côrtes de São Paulo, e membro honorário imortal da Academia de Ciências, Letras e Artes de MG na cadeira 148.
INSTAGRAM: carlosalbertohang TWITTER: hangjornalista FACEBOOK: opiniaodeumlivrepensadorbyHANG